Melhores Livros de 2015

29 de dezembro de 2015


2015 não foi um bom ano de leituras. Li metade do que li ano passado, o que me decepcionou bastante. Além disso, de tudo o que li, poucas coisas realmente me agradaram. Refleti e percebi que preciso ser mais cauteloso com minhas leituras e escolher a dedo os livros que lerei daqui pra frente.

De coisas ruins e medianas, li algumas coisas INCRÍVEIS. Algumas delas cito neste post.

6 ° Lugar





Um livro emocionante! A Improvável Jornada de Harold Fry foi uma das maiores e mais agradáveis surpresas do ano. Aprendi muito com essa leitura e me pego pensando constantemente na premissa do livro. Um livro que, daqui há alguns anos, relerei sem sombra de dúvida. Recomendo <3



LEIA A CRÍTICA AQUI!










5 ° Lugar




O que dizer? INCRÍVEL! A Hora da Estrela foi um refresco para mim. Um livro escrito lindamente. Clarice não escreve. Clarice conversa com você! Eu me apaixonei pela pobre e feia Macabéa e mal posso esperar para ler outras coisas dessa maravilhosa poeta. 



AINDA SEM CRÍTICA












4 ° Lugar





Rei é rei! Stephen King mais uma vez mostrou que é um dos melhores escritores da terra. O Iluminado é visceral e te joga contra a parede em diversos momentos. Os personagens são perfeitamente bem desenvolvidos – marca do rei – e tudo o que acontece possui uma justificativa válida e bem construída. Uma obra prima da literatura e do terror. LEIAM!



AINDA SEM CRÍTICA









3 ° Lugar





Um livro que ficará comigo para sempre! Não tenho palavras para descrever o quão maravilhoso e necessário é este livro. Jerry trabalha brilhantemente com as palavras e introduz mensagens importantes ao leitor, com uma narrativa, que de tão suave e fluída, mais parece voltada para crianças. TODOS deveriam ler A Extraordinária Garota Chamada Estrela.



LEIA A CRÍTICA AQUI!









2 ° Lugar




Anexos foi uma leitura que começou aos tropeços. O livro não estava me agradando e cogitei abandoná-lo, mas quando cheguei a página 100… UAU! Anexos flui maravilhosamente bem após o desenvolvimento de toda a trama central e, o que antes parecia uma história sem graça e mal escrita, se assemelha a livros que marcaram época. Anexos é divertido, bonito e extremamente prazeroso de se ler. Uma leitura que farei novamente em 2016 e que, quem sabe, vire costume anual.



LEIA A CRÍTICA AQUI!







    1° Lugar - O MELHOR DO ANO





Como Falar Com um Viúvo me ensinou MUITAS coisas e a principal foi: NUNCA subestime o potencial de um livro. QUE LIVRO MINHA GENTE… QUE LIVRO! Senti todos os tipos de sentimentos possível durante a leitura de Como Falar Com um Viúvo. Um livro que me arrebatou e me fez faltar aula para continuar lendo. Uma leitura que instiga e chama a atenção desde a primeira página. Jonathan Tropper escreve magnificamente bem e merece MUITO mais destaque aqui no Brasil. Um livro que jamais esquecerei e uma história, que de tão simples, acaba por ser a mais original.



LEIA A CRÍTICA AQUI!

Livros Que Me Decepcionaram em 2015

26 de dezembro de 2015

Existem livros que simplesmente não dão certo…






Esperava um livro doce e profundo, mas quebrei a cara! Cure Meu Coração foi o oposto de todas as características que eu achei que seria. O livro não foi maduro e reflexivo, na verdade foi uma enxurrada de clichês e previsibilidade. 


LEIA A CRÍTICA AQUI!


Nota: 2,5 estrelas.












Eu devorei a trilogia de A Seleção em três dias. A Herdeira era um livro que eu esperava MUITO, mas não chegou nem perto de atingir minhas expectativas. O livro, além de mal escrito, possui uma protagonista propositalmente irritante e preconceituosa. Kiera Cass me fez perder a vontade de ler qualquer coisa que ela escrever daqui pra frente...


AINDA SEM CRÍTICA


Nota: 2 estrelas.








Por Favor, Cuide da Mamãe não é um livro ruim… Longe disso! Mas o livro foi muito diferente do que eu esperava, o que fez com que minha experiência de leitura não fosse tão agradável quanto pensava que seria. Pretendo reler o livro em breve, pois acredito que o problema foi predominantemente comigo… Vamos ver!


AINDA SEM CRÍTICA


Nota: 3 estrelas.









Um livro que ao contrário de divertido, acabou se revelando massante. O Presente do Meu Grande Amor começa muito bem e apresenta três contos INCRÍVEIS, mas depois… Alguém nos salve, por favor! O livro é uma sequência de contos desordenados e confusos, além de apresentar uma conexão muito fraca e referências a cultura POP que não soam nada convincentes.


AINDA SEM CRÍTICA


Nota: 3 estrelas.








Desde que me tornei leitor tinha vontade de ler Stolen. Quando o dia finalmente chegou, acabei ficando triste com o que encontrei. O livro possui uma premissa muito interessante e tudo o que a autora quis apresentar é muito novo e válido, mas a maneira como ela o fez soou tão forçado que não teve jeito… DECEPÇÃO! Também espero reler o livro um dia e ver se gosto mais dele, porque não deu certo na 1° vez. 


AINDA SEM CRÍTICA


Nota: 3 estrelas.

Crítica: Amy e Matthew de Cammie McGovern

23 de dezembro de 2015

Páginas: 336


Autor(a): Cammie McGovern


Editora: Galera


Ano de Publicação: 2015


Avaliação:


Capa - 4 estrelas

Diagramação - 4 estrelas

Obra Completa - 2,5 estrelas



Amy e Matthew não se conheciam realmente. Não eram amigos. Matthew sabia quem ela era, claro, mas ele também sabia quem eram várias outras pessoas que não eram seus amigos.Amy tinha uma eterna fachada de felicidade estampada em seu rosto, mesmo tendo uma debilitante deficiência que restringe seus movimentos. Matthew nunca planejou contar a Amy o que pensava, mas depois que a diz para enxergar a realidade e parar de se enganar, ela percebe que é exatamente de alguém assim que precisa.À medida que passam mais tempo juntos, Amy descobre que Matthew também tem seus problemas e segredos, e decide tentar ajudá-lo da mesma forma que ele a ajudou.E quando a relação que começou como uma amizade se transforma em outra coisa que nenhum dos dois esperava (ou sabe definir), eles percebem que falam tudo um para o outro... exceto o que mais importa.

Já não estou tão familiarizado com narrativas YA como antes. Amy e Matthew se provou ser aquilo que eu suspeitava desde o início. Um livro bom, mas que apresenta falhas insustentáveis para a construção de um enredo forte e cativante. Não é um livro que me arrependo de ler, porém não creio que tenha válido tanto assim meu dinheiro.

Amy e Matthew é construído todo sobre clichês que não convencem mais. A autora tenta constantemente desenvolver a personalidade dos personagens, utilizando de artefatos falhos e repetidamente incongruentes. Gostei da forma como Matthew foi apresentado, pois seus problemas e a maneira como o personagem vê a vida, de certa forma, é muito verossímil. Mas Amy… Não convenceu! Ela tem deficiência e na tentativa de explorar o problema de Amy, a autora acabou se perdendo e tornando o enredo do livro cansativo e inconveniente em muitos momentos. É como se o fato de Amy ser deficiente, justificasse todos os erros e “mimimis” da personagem. Uma coisa não anula a outra. Como uma autora quer trabalhar com o preconceito, se ela própria o pratica?

 E ali estava ela outra vez, a garota mais azarada que ele era capaz de imaginar, dizendo que se sentia uma garota de sorte? Tinha que ser fingimento.”
Cammie McGovern tem uma escrita gostosa de ler, mas não conseguiu descrever acontecimentos importantes na narrativa – ou teve muita preguiça para fazer tal coisa. Tudo acontece rápido demais! As mudanças bruscas de humor dos personagens, muita das vezes não condizia com a personalidade dos mesmos, apresentada pela autora em páginas anteriores. Formas de agir e de pensar são banalizadas e ações sem brilho algum possuem destaque desnecessário em diversos momentos do livro. Faltou planejamento e maior atenção aos detalhes, que são de extrema importância.
As problemáticas adolescentes apresentadas pela autora é literalmente: “mais do mesmo”. Amy está loucamente apaixonada, mas não pode revelar. Matthew está confuso e não consegue decidir se quer ou não ficar com Amy. O livro se torna cansativo em diversos momentos, pois o uso incessante de clichês cansa em demasiado. Se a autora tivesse pensado em desenvolver melhor a dificuldade da relação dos dois e como isso afetaria a vida de ambos, o livro seria superior. O problema foi que isso não aconteceu…
 “ - Ele não vai me magoar. Ele é o meu melhor amigo.
- Esse é o problema Aim. Você quer mais do que isso não é? Você não quer ser só amiga dele.”
O que acontece com Amy? Nunca gostei muito da personagem. Reclamar, em determinadas situações, é algo logicamente previsível e necessário, mas Amy o faz O TEMPO TODO! Nada nunca parecia estar bom para a personagem e a maneira como ela tratava os outros e a si mesma, me estressou. Não gosto de pessoas que se alto denominam “inúteis” sem ter nenhuma perspectiva do que isso significa. Amy é uma personagem que não cativa hora alguma e seus erros (sempre os mesmos) são reflexos de seu jeito problemático – não no sentido literal, é claro.
"Acho que vamos todos descobrir que não existe um único e grande teste ou maneira de nos validar no mundo. Existe apenas um longo e silencioso processo de descobrir nosso lugar nele."

O que tem de positivo no livro? A mensagem! Cammie McGovern conseguiu desenvolver muito bem a deficiência física dos personagens, e no caso de Matthew, aplicou com maestria as consequências de tudo aquilo na vida e na psique do personagem. O fato de não ter feito isso tão bem em Amy, prejudicou o enredo, mas não tirou o brilho dessa qualidade do livro. No final a mensagem reverbera e soa muito agradável a quem lê.

Gostei muito da edição. Apesar de não ser tão chamativa e de ser feita para parecer-se com um livro X, a capa do livro me agradou bastante. Não curti tanto a impressão do livro, pois a diagramação é toda em negrito, o que em incomodou bastante. O recurso utilizado para acentuar os pensamentos de Amy foi bastante inteligente e não confunde. Em suma, é uma edição boa e que não peca em quase nada.

"É possível amar alguém por razões inteiramente altruístas, por todas as suas falhas e fraquezas, e ainda sim não ter esse amor correspondido."

Amy e Matthew não é inovador e muito menos original. O livro possui falhas graves e que atrapalham todo o andamento da narrativa. Os personagens são bipolares e não conseguem cativar o leitor, o que fere na conexão deste com a trama. Algumas mensagens são passadas com maestria, mas a autora se perde na construção de momentos cruciais para o enredo. Um livro que poderia ser MUITO MELHOR e que não executa nenhum aspecto do gênero com perfeição. Leitura não muito recomendada. 

[SEMANA STAR WARS] #3 - 6 motivos para assistir Star Wars

16 de dezembro de 2015


E hoje é o terceiro post da “Semana Star Wars”. Está acabando L. Mas, sem choro. No post de hoje eu separei 6 motivos para quem ainda não assistiu Star Wars  – até para quem assistiu – parar tudo o que está fazendo e ir assistir.

São motivos que me chamaram atenção e que se eu ainda não conhecesse este universo muito, muito, distante; tomaria a liberdade de conhecer. Claro que, não precisa de muito, não é mesmo? Só pelo fato de ser Star Wars vale por todos os motivos.

Antes de qualquer coisa, eu estou obrigando vocês a assistirem os 6 filmes. Não, mentira! Eu apenas estou influenciando para que este mundo cresça cada vez mais e não faltem filmes, livros, HQs, roupas, action figures e etc; para os fãs antigos e os fãs novos. Porém, Star Wars é um universo muito complexo. Não adianta apenas sentar, ver o filme e acabou. Tem que entender a história, os personagens e principalmente a lógica. Então se você quer entrar neste mundo, entra de cabeça. EU RECOMENDO!

Vamos aos motivos:

1° motivo: 6 Mosqueteiros.

Sim, vocês leram certo: SEIS mosqueteiros. Han Solo, Leia, Luke, Chewie, R2 e C-3PO. Só por esses personagens a saga inteira já vale a pena. Todas as características que procuramos em personagens, eles tem. O que mais prevalece entre eles é a lealdade e a união. Um precisa do outro e um ajuda o outro. Tanto que, Han Solo chegou sendo arrogante e metido e no decorrer ficou todo carinhoso. Os 4 episódios tem ar cômico por causa deles. E claro, a primeira trilogia em si acontece em torno deles.


2° motivo: Yoda

Yoda é o professor que todos queriam ter. O que ele não tem de tamanho tem de inteligência e bravura. Além de ser super engraçado o jeito que ele fala. Yoda é o mestre mais incrível do mundo. E serve de inspiração para muitos.


3° motivo: Romance

O romance que há entre Anakin e Padmé é a coisa mais fofa do universo Star Wars. E o romance entre Han Solo e Leia é a coisa mais engraçada. A diferença entre os dois é que Anakin sempre demonstrou seus sentimentos por Padmé da forma correta, já Han Solo, não sabe expressar nada e, quando expressa, é da pior forma possível. Quando a Leia disse que o amava, a única  coisa que ele sou responder foi: Eu sei! Ou seja, é super convencido. Mas isso não significa que ele não a ame. Essa é uma das características dele. Mas o mais magnífico é que os romances são dosados da forma correta. Nada de mimimi e nem piegas.



4° motivo: Anakin Skywalker e Darth Vader

A melhor parte da saga é poder ver a transformação de Anakin para Darth Vader. Darth é mal, mas é incrível. É instigante querer entender porque Anakin se revoltou. E é super curioso porque desde o início você imagina que ele será o herói de tudo. Ele é... até certo momento.



Darth Vader é o vilão mais complexo que eu vi na vida. Além de ser maligno, é decidido e super confiante. E apesar de ser considerado do mau, tem toda uma historia por traz. Antes de Darth Vader ser um anti-herói, ele foi uma criança escrava de apenas 10 anos.

5° motivo: Sabre de Luz, planetas e Millennium Falcom

Sabre de luz é a melhor arma já inventada. Ao assistir as lutas que as envolvem você se imagina como um Jedi – ou Sith-. E aquele “vrummm vrum” que elas fazem conforme a força que você as mexe? Um dos melhores itens do filme. E claro, o desejo de ter um de verdade nunca vai embora.



Há vários e vários planetas, galáxias, estrelas, tudo o que você pode imaginar. Além de entrar em uma galáxia muito, muito, distante; entramos no mundo da ficção. Porque aquilo que é impossível para nós, meros humanos do planeta Terra, é possível para eles, meros humanos – ou não -.

Há vários tipos de naves. E a melhor é a Millennium Falcom do Han Solo. É uma nave velha e destroçada, mas pode andar na velocidade da luz, aguenta qualquer tranco, até meteoros. Ela é trupica, mas não cai. E nossa, cabe um Wookiee. É a nave mais forte que vi na vida.

6° motivo: R2-D2 e C-3PO

R2 e C-3 deviam ser os protagonistas da saga. Eles estão presentes em todos os filmes, do I ao VI. Eles salvam todo mundo indiretamente ou diretamente, eles aprontam e ninguém vê. São engraçados, divertidos e fieis. A lealdade que existe entre os dois é incomparável. Nenhum ser humano consegue ser tão bom quanto esses Droides.


7° motivo (bônus) – STAR WARS: O despertar da força.

Com a chegada no novo filme (VII) vocês precisam e DEVEM assistir os antecessores. Para entender e acompanhar. E o principal: Quanto mais fãs, melhor. Eu garanto que a saga é muito, MUITO, boa. São horas de filme, mas do inicio ao fim a empolgação não acaba, só aumenta. Eu espero que esses motivos levem vocês a assistirem. Que a força esteja com vocês!


Beijos! <3

[SEMANA STAR WARS] #1 – Star Wars: Você sabia?

14 de dezembro de 2015


Vocês sabem que eu sou super fã de Star Wars; e como o novo filme de uma das franquias mais amada do mundo está a dias para ser lançado; eu, com a ajuda do Gabs, decidi fazer a semana “Star Wars”. Ou seja, do dia 14 (hoje) ao dia 18 (sexta-feira) o blog será dominado pela força. Todos os dias postarei algo sobre: curiosidades, critica, top 6 e muito mais.

Depois de muitos anos, a saga criada pelo homem que merece todos os abraços desse mundo (George Lucas), ainda conquista o coração de muitas pessoas. Seja pelos filmes, brinquedos, livros, HQ’S e até roupas. A geração Star Wars não tem uma faixa etária correta. Crianças, adolescentes, adultos e idosos a contemplam. Há os fãs antigos e os fãs novos. E claro, os fãs que virão no futuro. São 37 anos de uma galáxia muito, muito, distante.

Além do mais, no dia 4 de maio é celebrado o “Star Wars Day”. Quando pronunciado em inglês “May the Force be with you” – Que a força esteja com você” soa muito parecido com “May the Fouth” ou seja, quatro de maio. Há outra data que lembramos a importância da franquia: 25 de maio. O dia 25 de maio é comemorado o dia do “Orgulho Nerd” e neste mesmo dia, o filme: “Star Wars Episódio IV – Uma nova esperança” chegava aos cinemas, exibido a primeira vez em 1977. Porém, não podemos esquecer que no dia 25 além de comemorarmos primaveras de Star Wars, também comemoramos o “Dia da Toalha”; uma homenagem ao escrito Douglas Adams e ao livro O Guia do mochileiro das galaxias.

Hoje, trago a vocês algumas curiosidades sobre todos os filmes da saga. Claro, de 1977 ate 2015 foram muitos os acontecimentos. Algumas curiosidades serão obvias para uns, extraordinárias para outros e etc.  

Você sabia?

-   A lista de atores cotados para viver Han Solo era grande. Astros como: Kurt Russell, Nick Nolte, Christopher Walken, Jack Nicholson, Al Pacino, Chevy Chase, Steve Martin, Bill Murray e Perry King recusaram o convite de George Lucas antes de finalmente Harrison Ford aceitá-lo.


      -  Para criar expressões e palavras que marcaram a série, George Lucas também buscou inspiração em outros idiomas. Por exemplo, a palavra "Jedi" vem de "jidaigeki", que em japonês significa "drama de época", algo como uma história ambientada no tempo dos samurais. "Yoda" é derivado de "Yodeah", que significa "guerreiro" na língua indiana sânscrito, e "Vader", de Darth Vader, é "pai" em holandês.

     -  Ao contrário do que muita gente imagina, a saudação Jedi não é a expressão mais falada em Star Wars e sim a frase "I have a bad feeling about this" (Tenho um mau pressentimento sobre isso), que é dita pelo menos uma vez em todos os filmes. O "bordão" aparece inclusive em outros projetos que envolvem George Lucas, como o último filme de Indiana Jones e os jogos da LucasArts.

   Duas semanas antes da estreia de Guerra nas Estrelas, Mark Hamill sofreu um grave acidente de carro que desfigurou seu rosto. Ele conseguiu se recuperar, mas as cicatrizes ainda eram visíveis quando começaram as filmagens de "O Império Contra-Ataca". Foi aí que George Lucas pensou em como justificar as mudanças no rosto do personagem e incluiu uma cena no episódio V em que Luke é atacado por um monstro Wampa no planeta Hoth.


 
   Mace Windu, vivido pelo ator Samuel L. Jackson, é o único Jedi nos filmes a ter um sabre de luz roxo.

    Cada sabre de luz um tem um significado específico e é designado para uma função diferente. Os da cor azul caracterizam os Jedi Guardiões, que lutam contra as forças do mal e o lado sombrio, enquanto os da cor verde pertencem aos Jedi Consular, que buscam trazer equilíbrio ao universo. Já os vermelhos e pretos se referem ao Lado Negro, e os roxos e amarelos para identificar os Jedi Sentinela, que revelam trapaças e injustiças trazendo-as para a luz. Há ainda os sabres brancos (aparecem nos quadrinhos de Star Wars) que, assim como os roxos, buscam equilíbrio entre disciplinas mentais e físicas.

    Darth Vader é considerado o terceiro vilão mais terrível do cinema, segundo o ranking do American Film Institute. Em primeiro lugar está Norman Bates, de "Psicose" (1960) e Hannibal Lecter, de "O Silêncio dos Inocentes" (1991).


 
    -  Outro dado do American Film Institute é que a expressão "Que a força esteja com você" é a 8ª mais famosa da história do cinema. A frase no topo do ranking ainda é "Francamente, querida, eu não ligo a mínima", de "E o Vento Levou" (1939).

    O som emitido por Chewbacca é a combinação de vários outros sons emitidos por animais como urso, camelo, leão e morsa.

    - Alec Guiness, o ator que viveu Obi-Wan, pensava nos filmes da série como um conto de fadas de má qualidade. Mesmo assim, ele acabou assinando um contrato para receber 2% da receita de todos os filmes nos quais ele aparece, o que o fez ganhar mais de US$ 95 milhões; 

     -  Cada um dos filmes foi lançado uma semana depois do aniversário de George Lucas, no dia 14 de maio;

   -  A espécie do Yoda nunca foi mencionada na franquia.


-  Yoda, originalmente, seria interpretado por um macaco segurando uma bengala e uma máscara.

     -  Anakin Skywalker/Darth Vader é interpretado por 6 diferentes atores: David Prowse, James Earl Jones, Bob Anderson, Sebastian Shaw, Jake Lloyd, e Hayden Christensen.

    -  O visual peludo do personagem Chewbacca veio do cachorro de George Lucas chamado Indiana, que mais tarde serviu de inspiração para nomear o famoso arqueólogo Indiana Jones.


    -  Na cena dos asteroides em "O Império Contra-Ataca", a equipe de produção utilizou materiais bem inusitados nas filmagens. Um dos asteroides é na verdade um sapato, enquanto outro é uma batata com casca colocados em um fundo azul.

   -  A última cena de "A Vingança dos Sith" foi a primeira a ser filmada.

    -  Harrison Ford implorou a George Lucas que o personagem Han Solo fosse morto depois do primeiro filme, mas o diretor não concordou e prometeu transformá-lo em herói até o episódio VI.

   R2-D2 ganhou esse nome porque George Lucas gostou da som da pronúncia. A abreviação significa "Reel 2, Dialog 2" (Rolo 2 do Segundo Diálogo) e chamou atenção do diretor durante a pós-produção do filme "Loucura de Verão" (1973). Já os ruídos eletrônicos que o robô diz são sons emitidos por bebês - os barulhos foram manipulados digitalmente.


Então é isso! Que a força esteja com vocês. Beijos <3

Eu juro que não fiquei suspeitando da minha vózinha: Crítica - A Visita

9 de dezembro de 2015


Eu sou apaixonado em filmes de suspense e quando fiquei sabendo do lançamento de The Visit, é óbvio, que fiquei louco para assistir. O recurso “found footage” me desanimou um pouco no início, mas logo me lembrei de obras-primas como a Bruxa de Blair e resolvi dar uma chance ao filme do ilustre M.Night Shyamalan. Não me arrependo!

O recurso utilizado pelo diretor é interessante e já desperta a curiosidade do espectador logo nos primeiros momentos do filme. Existe local aparentemente mais aconchegante e seguro que a casa dos avós? O filme se aproveita muito dessa situação nada convencional e começa a introduzir os aspectos que farão deste, um filme de terror, aos poucos. A narrativa é calmamente construída e o enredo não tem pressa ao ambientar os personagens e seus traumas.


Os problemas do filme começam a se manifestar gradualmente e são verdadeiros baldes de água fria perante o enredo anteriormente bem ambientado. O humor introduzido no filme atrapalha o andamento/desenvolvimento do suspense da trama. Tyler é um personagem, que apesar de engraçado, acaba se tornando inconveniente em boa parte do filme. Essas mudanças bruscas no tom fizeram que o conceito do filme caísse e a história demorasse para entrar nos eixos novamente.

A Visita trabalha com personagens que possuem camadas a serem reveladas ao longo da trama e as mesmas são realmente bem trabalhadas. Os atores fazem jus a ideia do diretor e conseguem transmitir vários sentimentos através de suas atuações. Deanna Dunagan está fabulosa e poderia facilmente ser indicada ao Oscar de 2016.


Algo muito interessante foi a maneira como a relação dos irmãos é desenvolvida ao longo da trama. Eles são irmãos unidos, que contam sempre um com o outro para resolver problemas – e se meter neles. Adoro quando algo desse tipo acontece e em filme do gênero é algo muito difícil de acontecer. Méritos ao roteiro!

O final de A Visita, apesar de ser bastante surpreendente, não é totalmente inovador em sua essência. Me peguei abraçando o travesseiro nos momentos finais do filme e toda essa tensão só não foi maior devido ao incomodo e instável tom do filme. O clima é valorizado pela belíssima fotografia – o que não condiz tanto quanto ao found footage. Quem dera a fotografia desse conta de tamanha confusão que é causada pela inconsistência de um roteiro mal planejado em momentos importantes.


A Visita não é um filme que não te deixará sem dormir, nem nada do tipo, mas certamente é um daqueles filmes para se assistir com a galera e dar boas risadas, além de tomar uns sustos de vez em quando. Um filme que acerta na hora de desenvolver seus personagens, mas peca quanto a consistência criativa e a contextualização de alguns acontecimentos.

Assista. Vale o entretenimento!

Crítica: O Vilarejo de Raphael Montes

7 de dezembro de 2015

Páginas: 92


Autor(a): Raphael Montes


Editora: Suma de Letras


Ano de Publicação: 2015 


Avaliação: 

Capa - 5 estrelas 

Diagramação - 5 estrelas 

Obra Completa - 5 estrelas



Raphael Montes cria sete histórias situadas em um vilarejo isolado, apresentando a lenta degradação dos moradores do lugar, e pouco a pouco o próprio vilarejo vai sendo dizimado, maculado pela neve e pela fome. As histórias podem ser lidas em qualquer ordem, sem prejuízo de sua compreensão, mas se relacionam de maneira complexa, de modo que ao término da leitura as narrativas convergem para uma única e surpreendente conclusão.
Oi leitores, tudo bem? Fiquei um boooooom tempo sem postar e sem dar nenhuma noticia, mas isso tem explicação: Eu tinha começado a trabalhar e ainda estava estudando. E, com isso, estava sem tempo para nada. N A D A! Porém, tomei uma decisão na minha vida e como passei em uma faculdade, irei dedicar-me apenas a isso. Sem emprego, nem nada. Apenas faculdade. Agora, organizei-me melhor e vocês vão ver minhas publicações com frequência.

Hoje trago a vocês a crítica de um dos meus autores preferidos. E sim, ele é brasileiro. Recentemente a Suma de Letra publicou a mais nova obra do autor Raphael Montes, “O Vilarejo”. Raphael é autor de “Dias perfeitos” e “Suicidas”. Como o enredo é dividido por contos (sete, no total) resolvi falar um pouco dos que eu mais gostei. Devo dizer que este livro foi lacrador!




Opinião:

Belzebu – Banquete para Anatole:

Cada capítulo é representado por nomes de diferentes demônios. O primeiro é Belzebu, que diante de alguns relatos significa “Gula”. Neste conto, Raphael apresenta-nos a protagonista Felika, a única mulher do Vilarejo que ainda tem comida no estoque após o ataque que todos sofreram.

Três itens destacados neste conto: gula, egoísmo e psicopatia. O egoísmo é bem evidente. Felika possuía uma grande quantia de comida que dava para alimentar boa parte do Vilarejo. Porém, escondeu tudo. Enquanto ela saciava sua fome, os outros morriam desnutridos. A gula é outro fator bem explícito pelo fato de: quanto mais comida ela tinha, mais feliz ficava. Independente se comia ou não, ela precisava ter muitos alimentos. E mesmo tendo o suficiente, mandou seu marido ir caçar, arriscando sua vida.

Psicopatia... Bom, vocês vão ter que ler para descobrir. Mas, sim, é algo muito forte. Eu dei cinco estrelas para este conto porque Raphael conseguiu transformar algo “fofinho” em horror puro. No começo transparece que tudo que Felika faz, mesmo com todos os defeitos, é para o bem dos filhos, até chegar o final e...

O melhor de tudo foi que o personagem secundário (uma velha) parecia ser o anti-herói. Porém, enganei-me totalmente. Raphael soube usar tudo relacionado a terror: drama, thriller e suspense. Foi um conto rápido, com uma escrita muito suave e o desfecho casou com o inicio e o meio.


Leviathan – As irmãs Vália, Velma e Vonda:


Diante de relatos, Leviathan significa: Inveja. É exatamente isso que este conto traz do inicio ao fim. Eu comecei lendo com uma visão de que a história iria abordar três irmãs e um homem que vencem o vilarejo e etc. Enganei-me totalmente! Raphael começou dosando as personagens com muito amor, muito valor familiar e muita fofice. Logo em seguida, veio o choque de: terror, psicopatia e inveja.

Uma das irmãs comete algo totalmente desumano que mexe com a cabeça do leitor. E você fica pensando: “A inveja é capaz disso?”. Esse foi um dos meus contos preferidos porque a personagem menos formada foi a principal. Gostei dessa idéia de: “Quem não fala com a boca, fala com a mente.”


Mammon – O porquinho de porcelana da Sra. Branka:

Em minha opinião, metade do universo deve ler este conto. Ele aborda o assunto: DINHEIRO! Sim, fala sobre a ambição de uma pessoa com a quantidade de dinheiro. A protagonista Sra. Branka desde o inicio mostra ser uma pessoa horrível de coração.

Com o falecimento de sua filha e de seu genro, passa a cuidar de sua netinha. Os moradores do vilarejo tentam ajudar doando leite, porém ela recusa. Ela menospreza todos. Ou seja, além de ambiciosa, é ostensiva.

A principal alerta foi: Dinheiro não é tudo. Sabemos que hoje em dia, tudo. Tudo! É conquistado ou feito a base de dinheiro. Portanto, há algumas coisas que não tem como comprar: amor, respeito, lealdade e humildade. E Raphael deixa bem claro no conto que, quanto mais dinheiro você tem, menos feliz você pode ser. Eu amei o desfecho porque o assassino foi um objeto feito de papel.


Os outros contos:

Eu dei ênfase nesses três contos porque foram os que me chamaram mais atenção. Tanto pelo enredo, quanto pelo alerta que eles passam. Porém, os outros foram sensacionais também. Todos abordam as mesmas temáticas: inveja, gula, ira, preguiça, ganância e soberba. Portanto, cada um tem sua estória e uma escrita diferente. Em alguns contos Raphael foi super breve, em outros detalhou mais. Ao todo, o livro merece cinco estrelas.

O autor conseguiu dosar cada capitulo com aquilo que realmente precisava. Não ficou enchendo de coisas que deixam o leitor entediado, mas também não deixou faltar informações. A ideia de colocar um demônio em cada capitulo que coincide com a estória foi muito genial. É assustador e ao mesmo tempo interessante.


O vilarejo é um livro curto, que prende atenção do inicio ao fim, e que em uma lida já acaba. É aquele tipo de enredo que não dá medo a ponto de dormir com a luz acesa, mas deixa o leitor bem instigado a ponto de ficar pensando a noite inteira. Raphael lembra bastante o Tio Stephen King pela escrita forte. Eu super recomendo!


PS: Edição

A edição está impecável. A capa chama atenção de qualquer um: as folhas são pretas e outras são brancas. As ilustrações são demais. São tão bem feitas que parecem reais. Suma acertou ao unir  a história com a edição. Os dois estão perfeitos.


Beijos e até a próxima! <3















EU VIVO LENDO. TODOS OS DIREITOS RESERVADOS.
DESIGN E DESENVOLVIDO POR SOFISTICADO DESIGN