Resenha: Minha Metade Silenciosa - Andrew Smith

30 de julho de 2014

Olá pessoal, como vão? Peço perdão pelo enorme atraso do post, mas infelizmente, aconteceram alguns imprevistos. A Mandy não poderá postar novamente. Por isso, a resenha de hoje é por minha conta. Vamos lá!

"Uma leitura visceral que me fez entrar em uma montanha-russa de emoções."
                                        Mari dal Chico, Psychobooks



Título: Minha Metade Silenciosa
Título Original: Stick
Páginas: 304
Autor(a): Andrew Smith
Editora: Gutenberg
Gênero: Drama
Ano de Publicação: 2013

Avaliação:

Capa: 5/5
Diagramação: 5/5
Obra Completa: 5/5 (Favorito)





Sinopse: Stark McClellan tem 14 anos. Por ser muito alto e magro, tem o apelido de Palito, mas sofre bullying mesmo porque é “deformado”, já que nasceu apenas com uma orelha. Seu irmão mais velho, Bosten, o defende em qualquer situação, porém ambos não conseguem se proteger de seus pais abusivos, que os castigam violentamente quase todos os dias. Ao enfrentar as dificuldades da adolescência estando em um lar hostil e sem afeto – com o agravante de se achar uma aberração –, o garoto tem na amizade e no apoio do irmão sua referência de amor, e é com ela que ambos sobrevivem.


Um dia, porém, um episódio faz azedar terrivelmente a relação entre Bosten e o pai. Para fugir de sua ira, o rapaz se vê obrigado a ir embora de casa, e desaparece no mundo. Palito precisa encontrá-lo, ou nunca se sentirá completo novamente. A busca se transforma em um ritual de passagem rumo ao amadurecimento, no qual ele conhece gente má, mas também pessoas boas. Com um texto emocionante, personagens tocantes e situações realistas, não há como não se identificar e se envolver com este poético livro.
Resumo:
Stark McClellan, ou simplesmente Palito, tem 14 anos e uma vida conturbada. O garoto sofre bullying devido a uma deformidade em seu rosto. Palito não tem uma das orelhas. Bosten é o irmão de Stark, apesar de ser um adolescente rebelde é o ser humano que Palito mais gosta no mundo. Os dois são inseparáveis e aguentam juntos os abusos dos pais. Palito e Bosten sobrevivem juntos e tentam conseguir uma vida melhor a cada dia.

Um dia Bosten foge de casa. O garoto está cansado de apanhar e sofrer nas mãos do pai violento. O problema é Palito. Como irá sobreviver sem o seu companheiro inseparável? Palito decide ir atrás do irmão, mas a viagem não será nada tranquila. No caminho ele irá se deparar com pessoas ruins, porém, irá conhecer pessoas maravilhosas. O amadurecimento virá junto, não de uma maneira saudável, mas surpreendente.

Opinião:

Estava de bobeira na casa da minha vó e me deparei com Minha Metade Silenciosa em cima da cômoda. Já estava louco para ler o livro, devido a inúmeras resenhas positivas que li. Ao passar das páginas a história foi amadurecendo e ficando mais densa. Resultado? Iniciei a leitura as 16h00 e terminei 23h00. 

Minha Metade Silenciosa começa de uma maneira misteriosa e dura. De cara somos apresentados a Palito, um garoto "deformado", não só fisicamente, mas também em seu psicológico. O autor trata de inserir o leitor na vida de seu protagonista rapidamente e já deixa claro suas intenções com o livro. O leitor pode se estranhar com alguns diálogos, pois são rápidos e extremamente sexuais. Acalme-se! Isso é uma das coisas que o autor quer te mostrar. O amadurecimento, não só sentimental, mas sexual. 
"E nada do que aconteceu conosco faria sentido se eu não deixasse os verdadeiros monstros que nadavam em minha cabeça aflorarem e mostrarem seus dentes. E não há amor na minha casa, somente regras." 
Esse livro é tão bom, que não tenho o que falar, mas vamos lá.  Andrew criou personagens tão fantásticos e complexos, que chega a arrepiar. O leitor terá prazer ao passar as páginas do livro e acompanhar: Palito, Bosten, Emily, entre outros. Cada personagem tem o seu papel na história. O mais legal de tudo é que o autor não se aprofunda na vida de todos os seus personagens e nem dá um desenvolvimento fenomenal a cada um deles. Mas escreve tão bem, que já imprimi na mente do leitor o modo de vida e o jeito de cada um deles. Sensacional!

"Minha mãe e meu pai nunca nos quiseram.Eu.Bosten.Especialmente eu.Eu era uma lembrança de tudo o que estava errado.Mas Bosten veio antes e pagou por mais tempo.Ele fez as contas.As coisas não mudam quem você é.E as coisas não apenas acontecem.Senti- me besta por chorar.Eu podia ter chorado em mil outras ocasiões antes."

Um dos fatores que mais me chamou a atenção no livro foi o modo como o autor retrata o abuso sofrido pelos meninos. Bosten apanha diversas vezes do seu pai e, pra piorar, sofre abusos sexuais. O autor faz uma brilhante crítica à hipocrisia e podridão humana, já que o pai de Bosten não aceita de jeito nenhum sua sexualidade, mas comete diversos abusos com o filho... É ou não é um livro arrebatador?

O eufemismo é uma figura de linguagem que não esteve presente nas páginas desse livro. O autor faz uso de palavras fortes e, consequentemente, usa temas pesados para contar sua história. Graças ao bom pai, os meninos não sofrem o tempo todo. Em determinada parte do livro vão passar um tempo com uma tia e a partir daí o livro entrou para minha lista de favoritos. É lindo ver o que o amor pode fazer na vida do ser humano. Emocionei-me do início ao fim, durante os capítulos da permanência dos meninos na casa da tia. Uma escrita poética e sensível.
"Sempre que Bosten me chamava de Palitoso eu sabia que ele estava planejando alguma loucura. Era nosso código, a única coisa que nossos pais ainda não tinham descoberto."
Outro fator importante a destacar, é a edição da Gutenberg. Magnífica! Tive impressão de que no quesito: tradução, originalidade e revisão. A editora "sambou nas inimigas" literalmente. Os capítulos são curtos e as folhas amareladas. A diagramação é diferente, pois o leitor encontrará  espaços entre as letras durante alguma frase. Esse é o modo como Palito escuta. Legal, né? Parabéns Gutenberg. Tornei-me mais fã de vocês.

Posso escrever mais setenta parágrafos, mas ainda não conseguiria exprimir o que senti lendo esse livro. Encerro essa resenha agradecendo ao autor por ter me dado à honra de ler uma obra tão espetacular. Sentirei saudades do Palitoso e, com certeza, carregarei essa história em meu coração. Um dos melhores livros da vida. LEIAAAAAAA!
"Acho que, ás vezes, coisas que parecem muito importantes tomam outro aspecto quando a gente se vira e olha de novo alguns quilômetros adiante."

A Arte de Viver é Debater #5 - Triângulos Amorosos

28 de julho de 2014

Olá leitores, como vão? Depois de alguns pedidos, resolvi trazer de volta essa coluna tão amada (hehehe). O assunto de hoje é polêmico, mas espero que possamos debater tranquilamente. Let's Go!

Nesta coluna darei minha opinião sobre diversos assuntos. Chamarei amigos blogueiros e amigos anônimos para expressar sua opinião e, é claro, conto com a participação dos leitores.



Crepúsculo, Jogos Vorazes, A Seleção, Instrumentos Mortais, Hush Hush, A Hospedeira. Quem não conhece esses títulos? Hoje em dia está na moda o famoso Triângulo Amoroso. Livros que usam desse artifício em seu enredo estão se dando bem no mercado literário. O problema é que abordar é fácil, o difícil é saber desenvolver.

É fato que esse "romance diferente" já é usado à muito tempo. Eu defendo a tese de que ele foi popularizado mundialmente com a saga "Crepúsculo". Quem não se lembra do sucesso que foi a saga na época de seu lançamento? Só se falava de: Edward, Jacob e Bella. A partir do sucesso da saga, outros autores podem ter criado coragem para finalmente desenvolver um Triângulo em suas obras. Mas o que era novidade com "Crepúsculo" agora está ficando insuportável. 

Hoje o uso dos Triângulos Amorosos parece que virou necessidade. O autor (a) pode colocá-lo em seu livro para criar um sucesso maior de seus personagens ou, até mesmo, uma identificação por parte do leitor com alguém envolvido naquilo. Por isso, defendo duas vertentes: marketing e vontade própria.

Com quem eu fico? OHH MEU DEUS!
Não consigo entender uma simples coisa: se existe um triângulo, quer dizer que a personagem está em dúvida, certo? Mas sempre nos famosos Triângulos Amorosos, até o leitor já sabe com que a mocinha vai ficar. O autor desenvolve aquilo durante toda a obra, para no final, revelar algo que já era do conhecimento de todos. Falta a surpresa e o uso da originalidade. Contar essa história de uma maneira diferente. Concordam?

Já perceberam que sempre é a mocinha que decide as coisas? Quero dizer, tudo depende da escolha dela. Não vemos os dois pretendentes lutar por ela avidamente. É claro, tem um beijo aqui e ali, mas cadê o fator: conquista? Parece extinto nesse tipo de abordagem. Em minha opinião, ambas as partes deveriam fazer por merecer e, é claro, a autora deveria brincar com o sentimento do seu leitor, sem deixá-lo com aquela ideia: Ahh! Descobri com quem ela fica no final desde o começo do livro/saga.

Para fechar, digo. Não sou contra Triângulos Amorosos, mas o clichê que os autores estão submetendo a esse tipo de abordagem está cansando o leitor, tanto que já vi gente deixar de ler algum livro/saga por conter um triângulo com a mocinha e os dois caras. Espero que essa abordagem sofra um avanço.

Convidei alguns amigos para expressar sua opinião a respeito desse tema. Confira o que eles disseram:

Thyago (Geek-Me)

Olá Gabriel!

Bom..., triângulos amorosos são extremamente desnecessários - em minha opinião-, acho que eles não fortalecem o livro, e é cansativo, você se apegar a um par romântico, e a (o) protagonista se apaixonar por outro, e até mesmo ficar com ele. Triângulos amorosos são ruins também, pois são extremamente óbvios – exemplo - o personagem alvo do triângulo conhece uma pessoa, se apaixona, namora, e depois conhece outro e acaba gostando do outro, o que torna "idiota" essa abordagem, pois nós, leitores, já sabemos com quem o alvo irá ficar. São páginas e páginas ou até livros de enrolação, mesmo você (nós) sabendo o escolhido par romântico. E por fim, mas não menos importante, é se desfocar na história e se focar no romance, num momento apocalíptico, talvez, e o alvo do romance ficar se preocupando em quem salvar.

Bom, acho que é isso, realmente não tolero triângulos amorosos e até evito, mas se a única opção é ler um triângulo, então terá de ser, rsrs. 

 Obrigado pelo convite!  

Samuel (Facebook)

Bom, eu apoio sim os triângulos amorosos, mas também odeio alguns. Quando a gente lê/vê algo que tenha triângulo amoroso, é sempre bom, pois ficamos torcendo para aquela tal pessoa, ficar com aquela outra pessoa. Você se apaixona por um e odeia o outro, ou você pode amar os dois que estão disputando por aquela pessoa e também pode odiá-los, como já aconteceu comigo. Às vezes fica enjoativo e cansativo e eu simplesmente fico doido com aquilo. Mas, SIM! Eu apoio Triângulos amorosos. É sempre bom tê-los em livros/filmes.

Qual é a sua opinião sobre esse assunto? Vamos debater!

Pipoca de Sexta #40 - Juntos e Misturados

25 de julho de 2014

Olá pessoal, tudo beleza? Hoje é Sexta-Feira e, infelizmente, as férias escolares estão acabando. Pensando nisso, resolvi trazer a resenha de um filme extremamente divertido. Esqueça a tristeza de fim de férias e venha conferir minha opinião sobre essa comédia.

Curiosidade: Está é a terceira vez que Adam Sandler e Drew Barrymore trabalham juntos.



Título: Juntos e Misturados
Gênero: Comédia Romântica
Elenco: Adam Sandler, Drew Barrymore, Bella Throne e etc.
Distribuidora: WARNER BROS
Ano de Lançamento: 2014
Nacionalidade: EUA
Direção: Frank Coraci

Avaliação:

Elenco: 5/5
Trilha Sonora: 5/5
Obra Completa: 3,5/5 



Sinopse: Jim é um viúvo que tem um encontro às cegas desastroso com Lauren, que se separou há pouco tempo devido à traição do marido. Depois do ocorrido, a última coisa que desejam é se reencontrar. Entretanto, quando Jen, a sócia de Lauren, desiste de uma viagem à África com o namorado e seus cinco filhos, surge a oportunidade para que Lauren desfrute do passeio ao lado de Brendan e Tyler, seus filhos. O que ela não esperava era que o namorado de Jen também negociasse o pacote com Jim, um de seus funcionários. Ou seja, Jim e suas três filhas encontram Lauren e seus dois filhos em um resort de luxo na África, tendo que dividir as mesmas dependências durante uma semana.





Jim é um viúvo desesperado. Ele tem três lindas filhas, mas que estão se perdendo psicológica e fisicamente por culpa da falta de experiência do pai com pessoas do sexo oposto. Uma de suas filhas se veste e se comporta como homem e precisa se submeter a uma grande humilhação até para usar absorvente... Jim está perdido.

Lauren está divorciada e é mãe de dois meninos. Ela, assim como a maioria das mães, leva mais jeito com os filhos, mas não deixa de ser um desastre de vez em quando. Super protetora e desesperada, Lauren não sabe o que fazer com suas crianças. Ao encontrar uma revista pornográfica debaixo da cama do filho com o rosto da babá substituindo o rosto da modelo, o pânico se instala de vez. Lauren também está perdida.

O pior encontro do mundo!
Em uma ida ao supermercado, Lauren e Jim se esbarram e a vergonha floresce mais uma vez no rosto dos dois. Lauren já teve um encontro com Jim, que foi um desastre completo, pois ambos estavam e estão tentando retomar a vida amorosa. Lembrando-se desse encontro, os dois tentam fugir da companhia um do outro, mas acabam se ajudando com as necessidades dos filhos.

Um belo dia Jen, sócia de Lauren, desisti de uma viagem com seu namorado e seus filhos. Lauren decide não perder a oportunidade e compra o pacote para a África. Ela não imaginava, mas ao chegar ao local, encontra, para o seu azar, Jim e suas três filhas hospedados no mesmo hotel. O que ambos não sabem é que negociaram o mesmo pacote. E agora, como serão as férias dessas duas famílias loucas e desajustadas? 

Opinião:

Comédia Romântica é, sem dúvida, um dos gêneros que mais dão dinheiro fácil para Hollywood. Muitas vezes o orçamento desse tipo de filme é baixo e a história é tão pobre, que não é gasto uma grande quantia com produtores e diretos de qualidade. O diferencial de Juntos e Misturados é o enredo entrelaçado de novidades e clichês. Um casal fatal, assim como os protagonistas.

Nos primeiros 60 minutos - talvez menos - o telespectador já dúvida da qualidade do filme. Somos apresentados aos dois protagonistas: Jim e Lauren. A história é contada em  1° pessoa, tanto pela visão de Lauren, quanto pela de Jim. Tudo é muito bem desenvolvido e, por isso, o público pode se cansar, mas é uma canseira que vale à pena. Mas foi a partir da viagem que as coisas começaram a bagunçar. Não fica claro o modo como ambos comparam as passagens, gera certa confusão até. Alguns olham e já pensam: Filmes são assim mesmo. Eu discordo, pois quando algo é vistoriado do início ao fim, brechas não são abertas. Acalmem-se, as coisas melhoram.


Um pássaro, um avião? Não! Confusão.
Filmes com Adam Sandler no elenco sempre são perigosos. Piadas sem graça e, por muitas vezes, de mau gosto, são anexadas aos diálogos dos personagens. Infelizmente, Adam usa seus "truques" novamente e, como de costume, causa constrangimento ao espectador. A bola da vez são as descobertas da adolescência e a dificuldade dos pais para lidarem com os seus filhos. Imagine um homem sozinho cuidando de duas mulheres na puberdade e pior. Imagine uma mulher sozinha cuidando de dois homens na puberdade. O assunto é bem explorado no filme, mas da maneira errada. Piadas com: absorvente, masturbação, ereção, sexo. Estão no filme e, é claro, da pior maneira possível.

As atuações são impecáveis. O que é óbvio, pois a maioria dos espectadores busca o filme pelo elenco. Drew Barrymore está magnífica - como sempre - e Adam Sandler está com o mesmo papel clichê e enjoativo. O cara simples e desajeitado, que exala simpatia e bom humor, mas também faz um bom trabalho. O grande destaque do filme não é Drew, muito menos Adam. Terry Crews - o pai do Chris - chama a atenção com o seu papel irrealista, porém, surpreendentemente engraçado. Sem contar a filha de Jim, que dá um show de humor.


"Segura esse Rock"
A comédia não é o ponto mais forte do filme, por incrível que pareça. Em minha opinião, a mistura de humor e drama, fez o dinheiro gasto por mim valer a pena. Uma das filhas de Jim sente muito a falta da mãe e ao longo do tempo, começa a enxergar em Lauren, a figura de sua mãe. O espectador irá se emocionar com as cenas que abordam o tema, pois são bastante delicadas. Confesso que me emocionei, pois me lembrei da minha mãe e o quanto ela é importante para mim, além disso, não vi ninguém na sala de cinema com os rostos enxutos. Por isso, parabenizo a direção!


É impressionante a falta que faz uma mãe.
Nunca vi trilha sonora tão perfeita. Ao longo do filme o espectador é presenteado com uma junção de gêneros musicais, mesclados em momentos totalmente certos. Temos de Michael Mills até Katy Perry. Dá pra perceber que a coisa é bem variada, né? A fotografia e o local de ambientação das férias da família são excelentes e grande parte disso se deve a trilha sonora. Aplaudo de pé!

Momento: Constrangimento Elevado.
Juntos e Misturados é uma comédia romântica com clichês, mas nada impressionantemente escandaloso. O filme é recomendado para assistir junto à família, mas atenção: evite levar crianças pequenas, pois o uso de palavrões e piadas constrangedoras irá incomodá-los. Você vai: rir, chorar, gritar, bufar. Só que, pode ter certeza, vai gostar!

                                                                            Confira o Trailer:

Resenha: Procura-se Um Marido - Carina Rissi

23 de julho de 2014

Oi, pessoal! Tudo okay? Adivinha quem está de volta... Sim, a Mandy! Depois de duas longas semanas sem escrever resenhas por ter havido alguns imprevistos, eu finalmente pude postar novamente (rs).

Hoje irei resenhar um livro que já li há algum tempo, mas que me cativou de tal maneira que não posso deixar de compartilhar com vocês. O livro de hoje é Procura-se um Marido da nossa querida Carina Rissi, e sim, o livro é nacional! 


Título: Procura-se Um Marido
Título Original: Procura-se Um Marido
Páginas: 474
Autor(a): Carina Rissi
Editora: Verus
Gênero: Chick-Lit
Ano de Publicação: 2012

Avaliação:

Capa: 5/5
Diagramação: 4/5
Obra Completa: 4/5





Sinopse: Alicia sabe curtir a vida. Já viajou o mundo, é inconsequente, adora uma balada e é louca pelo avô, um rico empresário, dono de um patrimônio incalculável e sua única família. Após a morte do avô, ela vê sua vida ruir com a abertura do testamento. Vô Narciso a excluiu da herança, alegando que a neta não tem maturidade suficiente para assumir seu império – a não ser, é claro, que esteja devidamente casada. Alicia se recusa a casar, está muito bem solteira e assim pretende permanecer. Então, decide burlar o testamento com um plano maluco e audacioso, colocando um anúncio no jornal em busca de um marido de aluguel.

A história gira em torno de Alicia, uma jovem que apesar da idade - por volta de 24 anos – age como uma adolescente. Mimada, inconsequente e que apenas pensa em curtir a vida, isso se deve ao fato dela ter sido criada pelo seu avô após seus pais terem falecido em um acidente de carro. Avô Narciso é um empresário dono de uma grande empresa. Seu maior sonho é que a neta tome jeito.

Infelizmente seu avô morre – e isso não é um spoiler – deixando-a totalmente sem chão. Logo após o velório, ela é surpreendida com a visita do advogado. Ele carrega um testamento, que diz que para receber o que seu avô a deixou, Alicia terá que se casar e manter o casamento por pelo menos um ano ou será totalmente excluída da herança. Mas casamento está fora dos planos da jovem garota!

Enquanto Alicia não recebe a fortuna por não se casar, ela deve começar a trabalhar na empresa que era de seu avô em um cargo bem baixo – como descrito no testamento - e assim aprender a viver com o pouco que não está acostumada. E para piorar sua situação, terá que aturar Max, seu colega de trabalho que implica com ela – e sonho de consumo das garotas.
Tentando encontrar alguma forma de sair dessa situação, ela acha apenas uma saída: forjar um casamento!

Mas para conseguir alguém disposto a se “casar”, ela faz algo um tanto surpreendente, colocando um anúncio no jornal dizendo o seguinte: PROCURA-SE UM MARIDO! – eis o porquê do título do livro. 

Opinião:

A escrita da autora é tão leve e divertida, que você lê tudo em um piscar de olhos. Se você ainda não conhece nenhum livro da Carina, sendo eles Procura-se um Marido, Perdida e – em breve – Encontrada (segundo volume de Perdida), já está na hora de conhecer! Os livros dessa autora são incríveis!

Procura-se Um Marido, apesar de conter uma história com um fim um tanto previsível, acabou me surpreendendo no fim e me viciando em cada página.  Só tenho a agradecer a editora Verus pelo lindo trabalho e por também apostar na literatura nacional. 
Max era uma incógnita para mim. Às vezes, como naquele momento, me tocava sem que eu precisasse recorrer a subterfúgios. Em outras, dava mais trabalho que cabelo alisado com chapinha em dia de chuva.
O livro possui um padrão típico de romance juvenil. A mocinha difícil de lidar, o garoto irresistível. No final, os dois acabam ficando juntos. Você já viu isso em algum lugar? Pois é! Infelizmente a autora usa e abusa dos clichês. Esse uso não atrapalha a leitura, porém, chega a incomodar os leitores mais atentos.

Carina criou um "mundo" muito interessante de se acompanhar. O modo como a protagonista é indecisa e, por muitas vezes, desajeitada, diverti o leitor. A autora consegue desenvolver a personalidade de Alicia sem fazer com que pareça forçado. Uma das maiores qualidades da escrita da autora.
— Mari, aconteceu uma catástrofe! — chorei ao telefone. — Ah, não! O que foi? Você está bem? Claro que não está bem, que pergunta imbecil! Você está ferida? O que aconteceu? Fala criatura! — cuspiu ela, sem parar para respirar. — Me apaixonei pelo meu marido. 
Sobre a edição, não tenho o que reclamar! A capa é tão perfeita, que confesso que li o livro, primeiramente, por ela ter me chamado a atenção. Afinal, quem não se encantou por ela?!

Apenas leia e se divirta! Um chick lit nacional sem igual! (até rimou).

Vivendo e Atualizando #16

21 de julho de 2014

Olá pessoal, como vão? Faz tempo que não atualizo vocês, não é mesmo? Tentando voltar a rotina normal de postagens. Que tal conferir as principais novidades do mundo do entretenimento? Bora lá!
J.K.Rowling dá entrevista para canal do Reino Unido. MTV divulga os indicados ao VMA 2014. É divulgado o 2° teaser de A Esperanã - Parte 1.



Livros:

1 - J.K.Rowling dá sua primeira entrevista como Robert Galbraith.



Robert Galbraith - quer dizer- J.K.Rowling, deu sua primeira entrevista para um famoso canal de TV do Reino Unido. Ela disse que a série de Cormoran Strike terá mais livros do que a série Harry Potter. Podemos esperar uns dez livros? Aguardem as cenas do próximo capítulo.







2 - David Levithan lançará musical/romance spin-off de "Will e Will"



David Levithan contou ao Entertainment Weekly, que irá lançar um musical baseado em sua obra "Will e Will." escrita com John Green. O livro: "Hold Me Closer: The Tiny Cooper Story" será lançado em Março de 2015 nos EUA, mas ainda não há previsão de lançamento no Brasil.



Música:

1 - MTV divulga a lista de indicados para o "VMA 2014"


A MTV finalmente divulgou a lista dos indicados para o "Video Music Awards 2014". A lista conta com nomes influentes, como: Beyoncé, Sia, Iggy Azalea, Eminem, Lorde, Katy Perry, Justin Timberlake e etc. 

Vote e Confira a Lista Completa: Aqui.



2 - Jessie J lançará música com Ariana Grande e Nicki Minaj.


Depois de um tempo apagada na mídia, Jessie J decidiu voltar com tudo. A voz de "Price Tag" lançará sua nova música dia 29/07 para o mundo todo. O primeiro single de seu 3°  álbum conta com as participações de Ariana Grande e Nicki Minaj. Será que é sucesso?

Escute a prévia: Aqui.






Cinema:

1 - Paris Filmes divulga o 2° teaser de A Esperança - Parte 1.


Recentemente a Paris Filmes divulgou o 2° teaser de A Esperança - Parte 1. O presidente "Snow" faz um discurso quando o sinal é interrompido por rebeldes do Distrito 13. Eles carregam a seguinte mensagem: "O Tordo está vivo". Ansiosos?

Assista: Aqui.






2 - Carta de Amor aos Mortos ganhará adaptação para o cinema.


O mais novo lançamento da editora Seguinte já é um sucesso. Pensando nisso, a FOX não dormiu no ponto e já comprou os direitos autorais de Ava Dellaria (a autora) para transformar essa peculiar estória em filme. Os produtores serão os mesmos que trabalharam no sucesso: "A Culpa é Das Estrelas." Por enquanto, não há previsão de lançamento.



Resenha: A Lua de Mel - Sophie Kinsella

18 de julho de 2014

Olá leitores, como vão? Nesse dia frio - pelo menos aqui na minha cidade - decidi falar sobre um livro totalmente leve e gostoso. Bora lá!

"Tão delicioso quanto champanhe em um casamento."
                                                 USA Today




Título: A Lua de Mel
Título Original: Wedding Night
Páginas: 496
Autor(a): Sophie Kinsella
Editora: Record
Gênero: Chick-Lit
Ano de Publicação: 2013

Avaliação:

Capa: 5/5
Diagramação: 5/5
Obra Completa: 4/5 (Favorito)




Sinopse: Ao se dar conta de que o namorado nunca vai pedir sua mão em casamento, Lottie toma uma decisão. Termina o compromisso com ele e diz o tão sonhado sim a Ben, uma antiga paixão, com quem ela havia prometido se casar se ambos ainda estivessem solteiros aos 30 anos. Os dois então resolvem pular o namoro e ir direto para uma cerimônia simples e seguir para a lua de mel em Ikonos, a ilha grega onde eles se conheceram. Mas Fliss, a irmã mais velha da noiva, acha que Lottie enlouqueceu. Já Lorcan, que trabalha na empresa de Ben, teme que o casamento destrua a carreira do amigo. Fliss e Lorcan então elaboram um plano para sabotar a noite de núpcias do casal e impedir que os noivos cometam o maior erro de suas vidas. 


Lottie assim como a maioria das mulheres, sonha em se casar. Quando seu namorado Richard marca um encontro especial com ela, não a outra coisa na qual pensar. Ele vai me pedir em casamento, repeti lote em sua mente. Porém, um grande constrangimento está por vir. O namorado de Lottie, na verdade só queira falar sobre férias e não sobre casamento. A decepção é tamanha, que a determinada mulher decide largar seu namorado e partir para uma nova aventura.

Fliss é uma mulher segura, que passou por um divórcio duro há alguns meses atrás, mas já está estabelecida. Fliss está cuidando de seu filho, pois seu ex-marido não quer saber dele, muito menos do menino. 

Lottie vai a um restaurante afogar as mágoas e encontra seu ex-namorado de anos atrás, Ben. Conversa vai, conversa vem e os dois decidem SE CASAR. Pois é, eles colocam na cabeça que se amam e devem se casar. Mal se casam e Lottie, mesmo sem o consentimento da irmã, marca A Lua de Mel em uma ilha luxuosa.

Fliss está surtada. Como sua irmã pode resolver se casar e ir para uma ilha com um cara que conheceu anos atrás? Mas ela está determinada e pretende acabar com A Lua de Mel da irmã, custe o que custar.

Opinião: 


Sophie Kinsella é conhecida como a rainha dos Chick-Lits. Seus livros não possuem temas sérios ou grandes ensinamentos, preocupam-se mais em divertir e entreter. A Lua de Mel conseguiu ultrapassar esse dilema da autora, ao mesmo tempo em que eu me matava de rir, conseguia enxergar uma forte mensagem por trás daquele texto. Um exímio livro de uma fantástica escritora.

" Sim! Aqui estamos nós. Uma garota com dor de cotovelo e um cara com crise de meia-idade, correndo para um matrimônio sem pensar. Tenho certeza de que tem uma música da Disney sobre isso. Rima "beijo" com "batalha jurídica amarga."

A Lua de Mel tem um início lento, porém, divertido. Logo no começo, o leitor é presenteado com a personalidade histérica e confusa de Lottie. A personagem está mergulhada em dúvidas e desejos ocultos e por meio de situações constrangedoras, tenta sair daquela esfera sombria.

Em direção ao futuro, mas de olho no passado!

Percebe-se que a autora quis trabalhar com duas personalidades distintas. Lottie é completamente diferente de Fliss, como é a maioria dos irmãos atualmente. O problema é que ela se perdeu nessa trajetória. O leitor irá se apegar no personagem que mais tem haver com ele, ou seja, eu me apeguei a Fliss. Ela é segura, inteligente, madura. Fiquei com vontade de pular os capítulos de Lottie e passar logo para os pensamentos e dúvidas de Fliss. Acho que a autora falhou um pouco nessa construção de personalidade. Já pensou se o leitor não se identifica com nenhuma das duas? Iria ser péssimo!

"Algumas crianças pensam que são o Harry Potter. O meu acha que é uma astro de DVD de auto-ajuda."


A Narrativa de Sophie é totalmente diferente em A Lua de Mel. Os capítulos alternam entre Lottie e Fliss, tudo em 1° pessoa. A autora consegue dar uma fluidez indescritível a narrativa. Os acontecimentos são bem organizados e tudo passa com naturalidade, sem parecer forçado ou, até mesmo, exagerado. Nesse quesito, o livro não me decepcionou em nada, tanto que li em apenas dois dias.

O que falar sobre a edição? Agradou-me muito! Erros gramaticais são praticamente inexistentes dentro da obra. O leitor encontrará erros de digitação e palavras apagadas, mas já estou acostumado com essa tipologia da Record (infelizmente). A capa é maravilhosamente linda e consegue refletir tudo aquilo que a história quer passar. É séria na medida certa, sem deixar de chamar atenção.
"(...) - Uma vez ele até disse que você jogou todas as roupas do seu marido na rua e chamou os vizinhos para pegarem o que quiserem!” (...) Ele tem uma imaginação e tanto! Meu rosto fica quente. Droga. Pensei que ele estivesse dormindo quando fiz aquilo. - Que imaginação! - Tento falar com naturalidade - Quem faria uma coisa assim?”

Creio que não irei conseguir me expressar melhor prolongando ainda mais essa resenha. Por isso, termino aqui. A Lua de Mel é um livro que cumpre com o seu papel. Entretêm e, além disso, faz o leitor refletir sobre diversos assuntos. Você poderá se irritar com Lottie várias vezes e vai querer matar a autora em outras, mas tudo isso vale à pena. Espero que devore o livro tão rápido quanto eu. Recomenda-se a todos, principalmente aos apaixonados.

Music Life #5: Rather Be, Pais e Filhos e Bad Obsession.

16 de julho de 2014

Olá leitores, tudo beleza? Aproveitando que estou inspirado e de férias (graças a Deus), decidi postar mais um Music Life. As músicas hoje são mais que especiais, são as minhas favoritas do momento. 

Saiba mais sobre os intérpretes dessas músicas: Clean Bandit, Jess Glynne, Legião Urbana e Guns N'Roses.



1: Rather Be - Clean Bandit feat. Jess Glynne.



Quando ouvi Rather Be pela primeira vez, a música não conseguiu ganhar minha simpatia, mas assim que a escutei pela segunda vez, percebi que estava viciado. A música é suave e gostosa de ouvir, uma surpresa para o ouvinte acostumado com mais do mesmo. A letra bem humorada conta a história de uma garota que pode ir a qualquer lugar, mas sempre estará pensando em seu grande amor. Já está na lista de músicas favoritas.

2: Pais e Filhos - Legião Urbana.



O que dizer das composições dessa banda maravilhosa? Convivo com as música do Legião Urbana desde que me entendo por gente (ainda bem). Pais e Filhos mexe comigo, chego a me emocionar só de falar da música. Meu avô sempre a escutava comigo e infelizmente ele faleceu, mas deixou de herança um sentimento inabalável por essa música. A letra é sensível, forte e misteriosa. O estilo é único. Legião Urbana é Legião Urbana.

3: Bad Obsession - Guns N' Roses.



Guns N' Roses não é minha banda favorita, porém, passa longe de ser uma banda que não gosto. Bad Obsession é uma música claramente forte, sua letra fala de depressão e apresenta ao ouvinte uma pessoa perturbada e amarga. Gosto da música, pois ela fez parte da minha vida em um momento difícil e, mesmo que a letra seja forte, o sentimento que eles quiseram passar é verdadeiro. É isso que vale!

Gostou do quadro? Sugira uma música para ser analisada no próximo post. 

Pesquisa de Opinião

14 de julho de 2014

Olá pessoal, como vão? O post de hoje é um pouco mais sério e decisivo, mas fique tranquilo, o blog continua (hehehe). Ultimamente tenho andado meio confuso em relação a algumas colunas e posts do blog, por isso, decidi pedir a opinião de vocês. Bora lá!

O resultado da pesquisa e o post com os meus comentários sobre as mudanças que ocorrerão no blog, serão postadas dia: 01/08/2014.




Responda o formulário abaixo e deixe um blogueiro feliz. É rapidinho, um minutinho!

ATENÇÃO: Role o formulário até o final para ver todas as perguntas. Não se esqueça de clicar em: ENVIAR!

Pipoca de Sexta #39 - 12 Anos de Escravidão

11 de julho de 2014

Olá leitores, como vão? O filme vencedor da enquete no blog foi: 12 Anos de Escravidão. Espero que todos vocês gostem da resenha. Peguem a pipoca e se preparem!

Curiosidade:  12 Anos de Escravidão é baseado em uma história real!



Título: 12 Anos de Escravidão
Gênero: Drama
Elenco: Chiwetel Ejiofor, Brad  Pitt, Lupita Nyong'o e etc.
Distribuidora: BUENA VISTA
Ano de Lançamento: 2014
Nacionalidade: EUA
Direção: Steve McQueen

Avaliação:

Elenco: 5/5
Trilha Sonora: 5/5
Obra Completa: 5/5





Sinopse: 1841. Solomon Northup  é um escravo liberto, que vive em paz ao lado da esposa e filhos. Um dia, após aceitar um trabalho que o leva a outra cidade, ele é sequestrado e acorrentado. Vendido como se fosse um escravo, Solomon precisa superar humilhações físicas e emocionais para sobreviver. Ao longo de doze anos ele passa por dois senhores, Ford e Edwin Epps, que, cada um à sua maneira, exploram seus serviços.




Solomon Northup é um homem livre. Tem uma família completa e que ama, mas as coisas nunca se mantêm boas por muito tempo. Solomon é atraído por uma oferta de trabalho, em um lugar distante de sua casa e aceita, porém, mal sabia ele o que estava por vim. Um dia ele acorda em um local inusitado e desesperador. Está amarrado e completamente indefeso. O que fazer?

Amor verdadeiro.
O tempo passa e o homem antes livre, demora em aceitar que está nas mãos dos cruéis "homens brancos". Situações repulsivas são enfrentadas por Solomon e o homem usa de sua integridade e honestidade para tentar manter-se vivo naquela situação desesperadora.

Solomon acaba nas mãos de Edwin Epps, um homem com fama de "esfola escravos". Nas mãos desse homem, ele sofre todo tipo de humilhação e tem de ver calado, as atrocidades cometidas pelo "mestre". Já acostumado com a dor das chibatadas, o pobre homem não sabe mais o que fazer. Será que Solomon conseguirá sobreviver àquela situação? Sentirá ele o gosto da liberdade novamente?

Opinião:

Filmes que abordam a temática: Preconceito. Seja ele: racial, sexual, pessoal e etc. São comuns, mas é difícil encontrar aquele que aborde essa temática, sem recorrer aos clichês incômodos e descarados. 12 Anos de Escravidão segue uma linha própria e definida. Clichê será um nome esquecido pelos telespectadores. Revolta, essa será a palavra mais lembrada.

12 Anos de Escravidão começa em um clima gostoso. Vemos a figura de um negro e sua família feliz. Na época, raridade. O telespectador pode ficar um pouco desmotivado, pois o filme parece enrolar na primeira meia hora, mas não desanime. As coisas mudam. Após acordar acorrentando, Solomon recebe inúmeros golpes de chicote. O telespectador percebe a partir daí: Esse filme vai me revoltar. Querido leitor, é isso que acontece.


Um castigo, ou melhor, pura injustiça.
É perceptível, que o filme faz críticas a diversas causas: Abuso Sexual, Exploração Infantil, Uso das palavras de Deus erroneamente, Separação Familiar e etc. Tudo é jogado para o telespectador, que mal tem tempo de digerir e aceitar tudo aquilo. As cenas de nudez não são frontais, mas mostram muita coisa, será isso outra crítica? Hum...


Que Deus os amaldiçoe (se é que me entende).
É impressionante a atuação de todo elenco. Você certamente já ouviu falar de: Lupita Nyong'o. Não? Em que mundo vive?! Pra quem não sabe, ela ganhou o Oscar e chamou a atenção pela beleza e, não sei por que, pela cor... Pois é! Enfim... Chega de polêmica. As atuações estão magníficas, os atores encarnam os personagens de uma maneira extraordinária. Quem vê até acha que é fácil.


A injustiça se repete.
Ao longo do filme, o diretor incrementa detalhes românticos a história. Então tem romance nesse filme? NÃO! O que quero dizer, é que resíduos de romance são soltos ao decorrer da trama, fazendo com que o telespectador espere algo a mais. Nada acontece, digo de antemão. É apenas um truque, que por sinal, deu certo.


Um pedido a um amigo.
O que dizer da Trilha Sonora? Belíssima! Dessa vez, instrumentais não são utilizados exclusivamente, mas músicas de época são inseridas ao enredo. O telespectador irá se apaixonar por algumas canções e se rebelar com outras. Pelo jeito, o diretor quis mesmo mexer com o psicológico e o sentido crítico de seu público. 


"Trabalhe negro, trabalhe."
Se eu pudesse, continuaria falando deste filme até amanha, mas já chega de encher o saco de vocês. 12 Anos de Escravidão é um filme: triste, tenso, doloroso, bonito. Enfim... Cheio de altos e baixos, mas não em relação a trama, mas sim, em respeito aos assuntos tratados. Deixe seu comentário e vá logo assistir ao filme. Não sabe o que está perdendo.


Reconhecimento merecido!

                                                               Confira o Trailer:

















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