Leituras de Março

31 de março de 2014

Olá leitores, como vão? Contarei para vocês o que eu li em Março, apesar de que estamos a um dia do final do mês. Vamos lá?

Resenha dos livros citados: A Árvore de Strangeville.


Livros lidos em Março:

1: A Árvore de Strangeville - Camilla Sá.


Li este livro em cerca de seis dias e apesar de ter me decepcionado com alguns elementos da narrativa não achei um livro péssimo. Camilla Sá é talentosa no quesito: Envolver, mas deixa a desejar quando se trata de desenvolvimento de seus personagens.








2: Óculos, Aparelho e Rock'N'Roll - Meg Haston


Sabe quando você está extremamente desanimado para iniciar uma leitura? Pois é, eu estava desse jeito a respeito deste livro. Óculos, Aparelho e Rock'N'Roll tem um enredo clichê e uma ambientação pobre, mas quando se trata de personagens Meg Haston arrasa. Em breve resenha!








3: Nove Plantas do Desejo e a Flor de Estuda - Margot Berwin


Ganhei esse livro da minha prima. Não conhecia, mas arrisquei. Confesso que ao iniciar a leitura fiquei um pouco confuso com tudo o que a autora queria esclarecer, mas fui me envolvendo com a protagonista e consegui terminar o livro em cerca de três dias. Em breve resenha!








4: O Cavalo e Seu Menino (Conto de Nárnia) - C.S.Lewis


Não estava empolgado para ler esse conto. Muito dos meus amigos são fãs de Nárnia e me disseram que O Cavalo e Seu Menino é sem dúvida o pior  conto da obra de C.S.Lewis. Quer saber? Gostei bastante!









5: Muncle Trogg o Menor Gigante do Mundo - Janet Foxley


Comprei esse livro para meu irmão, mas quem disse que eu resisti? Aventurei-me no mundo dos gigantes e fui conferir como esse gigante atrapalhado vivia no seu dia a dia. O resultado foi sensacional. Amei o livro, ele promete e cumpre. Em breve resenha!








Foi isso pessoal. O que vocês leram em Março?

Pipoca de Sexta #32 - Os Croods

29 de março de 2014

Olá leitores, tudo bem? Hoje trago minha opinião sobre uma animação da DreamWorks. Vamos conferir a resenha!

PS: Confira a ficha completa do filme. Aqui!

Título: Os Croods
Distribuidora: Fox Filmes
Ano de Lançamento: 2013
Nacionalidade: EUA
Classificação: Livre

Avaliação:

Personagens: 5/5
Trilha Sonora: 5/5
Obra Completa: 5/5




Sinopse: Em plena era pré-histórica, escondidos na maior parte do tempo dentro de uma caverna, vivem Grug, a esposa Ugga, a vovó, o garoto Thunk, a pequena e feroz Sandy e a jovem Eep. Eles são os Croods, uma família liderada por um pai que morre de medo do mundo exterior. Só que grandes transformações estão para acontecer, pois a adolescente Eep acaba conhecendo o também jovem Guy  e ele vai apresentar um incrível mundo novo, para o desespero do paizão protetor. Agora, juntos, eles vão enfrentar grandes desafios e se adaptar a uma nova e divertida era.




Na época da pré-história vivia uma família mais do que desajustada. Depois da morte iminente e misteriosa de quase todos os seus vizinhos de caverna Grug o pai de Eep,Thunk e Sandy começa a se preocupar e decide não deixar com que seus filhos saiam da caverna para nada, isto é, quando não é necessário, o que ele julga ser quase sempre. 

Toda família tem o seu filho controverso, certo? Em Os Croods a jovem Eep não gosta daquele estilo de vida e como é teimosa sai da caverna sem ninguém perceber, ela é atraída por uma luz misteriosa e ao chegar perto da mesma descobre que se trata de um elemento, que na época era inimaginável: O Fogo, mas como se não bastasse, com ele está o jovem Guy, que além de aventureiro, esconde uma história de vida triste e sombria.

O sol se levanta e Grug percebe que sua filha não está na caverna, mas por obra do destino ela chega a sua casa contando para todos à incrível descoberta que realizará. O pai não fica contente e tenta proibir Eep de se reencontrar com Guy, mas já é tarde demais, ela chama o garoto para morar com eles e uma catástrofe natural irá unir todos mais do que Grug imagina. Será obra do destino? Uma coincidência? Descubra assistindo: Os Croods!

Opinião:

Depois de A Era do Gelo as animações que envolvem pré-história ficaram desleixadas, pois nenhuma iria conseguir superar as aventuras da preguiça Cid e sua turma... Mas, como toda regra tem exceção os Croods chegaram e mostraram que a superação é possível.

Os Croods são desajustados, temos o pai protetor, a mãe rigorosa, a avó maluca e os filhos que não dão paz em nenhum momento. De uma maneira geral é uma metáfora para a família da vida real, onde nada é previsível e as ações de seus membros são compulsivas e precipitadas. Após um novo membro chegar, a família começa a amadurecer e descobrir coisas novas, isto é, sem dúvida nenhuma, o melhor da animação, ver como os personagens amadurecem ao longo do tempo.


A família desajustada!
A ambientação da animação está perfeita. Como ela se passa em uma época em que não existiam construções civis ou coisas feitas pelo homem tudo é natural e visto em 3D é encantador. A criança realmente fica encantada e sai da sala de cinema deslumbrada com tudo aquilo. Vamos combinar que os pais também!

Um fator vital de toda a animação é a mensagem que ela quer passar. Considero pobre aquela que não passa algo de interessante e reflexivo para o telespectador, neste caso o público alvo, que são as crianças. O momento em que eles descobrem o sapato, o fogo, um instrumento para caça, é incrível. Enxergamos assim a lição de que: Dê valor no que você tem e agradeça por isso, além de que a família é extremamente importante para uma vida digna e saudável. Os Croods acabam se tornando uma verdadeira aula de ética.


Grug com medo do mundo.
O que falar sobre a trilha sonora? Está magnífica. No começo do filme um som estridente e alegre toma conta de tudo e a introdução não poderia ter sido mais perfeita. Os produtores souberam quando encaixar as músicas em momentos certos, coisa que não é comum na maioria das animações que temos espalhadas pelo mundo. Acertaram em cheio!


Desenho nas paredes da caverna.
Encerro está resenha recomendando Os Croods para todos. Uso o gerúndio sem hesitar, pois com certeza ele será necessário nesta aventura. Bom final de semana a todos!

Resenha: A Árvore de Strangeville - Camilla Sá

26 de março de 2014

Olá leitores, como vão? Hoje trago minha opinião sobre um livro nacional que eu estava muito ansioso para ler, mas acabei me decepcionando. Vamos lá!

Este livro foi uma cortesia da autora Camilla Sá!

Título: A Árvore de Strangeville
Páginas: 402
Autor(a): Camilla Sá
Editora: Gregory
Gênero: Fantasia
Ano de Publicação: 2013

Avaliação:

Capa: 5/5 estrelas
Diagramação: 5/5 estrelas
Obra Completa: 3/5 estrelas


Caroline Stuart - ou Millie nunca teve a vida de uma garota normal. Seus pais são separados e por isso ela vive mudando de cidade, o que causa uma dor muito grande nela. Por não ter residência fixa e não poder se adaptar direito aos lugares Caroline está ficando irritada, já que não fica nem um mês direito em uma casa, mas o que ela não sabia é que tudo iria mudar. 

Um dia o pai de Caroline diz à filha que eles irão mudar de cidade novamente, mas essa é diferente. Ao chegar à cidade de Strangeville, Caroline conhece várias pessoas e, além disso, acaba descobrindo que seu passado está interligado aquela cidade. O que ela não sabia é que não só o seu passado, mas também o seu futuro estava ligado a cidade.

Depois de algum tempo na cidade Millie começa a se interessar por uma árvore muito grande, nomeada: A Árvore de Strangeville. Depois de algum tempo ela vai a biblioteca para pesquisar mais sobre a tal árvore e descobre que a uma lenda sobre uma dimensão mágica e que a árvore é o elo que separa essas dimensões. Ela não leva a sério no início, mas depois que a árvore é derrubada e um novo mundo é revelado Millie terá que se agarrar a incerteza e partir para uma jornada para tentar salvar a humanidade.

Opinião:

Depois que firmei parceria com a autora Camilla Sá fiquei um bom tempo imaginando o que A Árvore de Strangeville iria me proporcionar. Finalmente descobri!

Li a sinopse do livro e uma palavra surgiu em minha cabeça: Clichê, decidi dar uma chance a obra, pois a capa me interessou bastante e estava com esperanças de que Camilla quebrasse esse estereótipo desenvolvido por mim, mas infelizmente isto não ocorreu. No início o livro é incrível, mas ao chegar à página 100 me decepcionei muito. O mundo criado pela autora é mal desenvolvido e tudo é incrivelmente previsível, chega a ser escandaloso.

Afeiçoei-me muito a protagonista. O modo como ela era indecisa e despreparada lembrou-me minha vida a três anos atrás. Arthur o duende me irritou, a todo o momento ele ficava brigando com Millie, mas três páginas depois os dois começavam a conversar novamente como se nada tivesse acontecido. A autora decidiu colocar um dragão na estória e sinceramente... Deu certo! Gostei muito de Bree e a cada página torcia para que ela tivesse o destaque merecido na estória.

"Você não tem escolha, é o seu destino."

O que dizer sobre a narrativa da autora? Ela me encantou. Camilla narra de uma maneira leve e sensata, nem percebi o passar das páginas e quando despertei já estava terminando o livro. Creio que vários autores deveriam imitar está jovem. 

A edição está muito boa. A capa é linda e tem uma espécie de diferença com as capas tradicionais, ela parece ser feita em um ambiente real, mas ao mesmo tempo tudo parece um desenho, confuso, mas encantador. A diagramação está impecável, as fontes são de tamanho bom e as folhas são amarelas. O espaçamento é perfeito! Só me decepcionei com uma coisa, os erros de ortografia. Um leitor deve entender o papel de um revisor de texto. Nunca escrevemos totalmente certo e diversas vezes deixamos algo passar, mas a revisora de A Árvore de Strangeville nem fez questão de prestar atenção nos acentos e errou feio em algumas palavras.

"E ali eu me senti em casa novamente.
 Porque agora eu não tinha mais aquele vazio dentro de mim. Agora eu estava quase completa. Eu acho."

Para encerrar quero dizer uma coisa. A Árvore de Strangeville foi escrito quando a autora tinha apenas 14 anos, o que leva a conclusão de que nada é muito maduro. As escolhas da protagonista que muitas vezes eram erradas são sintomas perceptíveis de imaturidade, tenho apenas 15 anos e acredite, sei como é isso! O que mais me incomodou foi o modo como o vilão apareceu na estória - quer dizer, não apareceu. Para mim um vilão bem desenvolvido faz com que a estória fique interessante, mas a autora não soube explorá-lo e o leitor ficou sem conhecê-lo realmente... Infelizmente!

Encerro está resenha agradecendo a autora pela cortesia e dando os parabéns à mesma por ter tanta coragem, paciência e gentileza, desejo boa sorte a ela e a Millie (hehehe). Recomenda-se? Gosta de fantasia? Vá fundo!

Music Life#1: Demons, I Love It e Let Me Go

24 de março de 2014

Olá leitores, tudo bem? Hoje dou início a nova coluna do blog: Music Life. A cada post desta coluna irei indicar três musicas para vocês e logo após dizer minha opinião sobre cada uma. Vamos lá!

Saiba mais sobre os intérpretes das músicas: Imagine Dragons, Avril Lavigne e Icona Pop.



1: Demons - Imagine Dragons.


O que dizer sobre essa música? Demons começa com um ritmo suave e logo após muda bruscamente. Suas batidas contagiantes levam o ouvinte a outro patamar de imaginação, é impossível escutar Demons e não viajar. Incrível!

2: I Love It - Icona Pop.


Quem nunca ouviu I Love It? Creio que uma só palavra define essa música: Diferente. No mundo de hoje estamos acostumados com músicas chicletes com letras pobres, mas I Love It inova e traz uma batida totalmente diferente para o mundo do Pop. Sinceramente... Uma das melhores que escutei até hoje!

3: Let Me Go - Avril Lavigne.


Não é de hoje que Avril Lavigne surpreende e, é claro, que Let Me Go não decepcionaria. A música começa com um toque singelo de piano e logo após outros instrumentos tomam contam do Hit. Depois de todo o desenvolvimento inicial somos surpreendidos com o dueto com Chad Kroeger, o marido de Avril, fazendo com que a música emocione ainda mais.

Gostou do quadro? Sugira uma música para ser analisada no próximo post. Obrigado!

Resenha: Pausa - Colleen Hoover

19 de março de 2014

Olá leitores, como vão? Depois de ter lido o maravilhoso Métrica fui noticiado sobre o lançamento de Pausa, que é o segundo livro da trilogia e, é claro, corri para ler. Confiram minha opinião!

"Tão brilhante e interessante quanto Métrica, Pausa é pura poesia."
                        Jamie McGuire, autora de Belo Desastre.

ATENÇÃO: Está resenha contém spoilers de Métrica

Título: Pausa
Páginas: 304
Autor(a): Colleen Hoover
Editora: Galera Record
Gênero: Romance
Ano de Publicação: 2013
Avaliação:

Capa: 4/5
Diagramação: 5/5
Obra Completa: 4/5


Após a morte de Júlia Will e Lake estão com a responsabilidade de cuidar de seus irmãos sozinhos, isso em plena flor da idade.

Sem seus pais a vida dos dois está desorganizada e perdida. Will divide seu tempo entre faculdade e Kel e Lake tenta estudar, arcar com a dor da perda da mãe e cuidar de Caulder, mas como "adolescentes" irão conseguir organizar sua vida enquanto cuidam de duas crianças?

Opinião:

Será difícil, mas irei tentar escrever está resenha sem soltar nenhum spoiler.

Ao iniciar a leitura me deparei com uma Colleen diferente de Métrica. O leitor atento ou até mesmo desatento percebe facilmente o amadurecimento da escrita da autora, não em termos descritivos ou narrativos, mas em termos Sentimentalista. Daí você me pergunta. Como assim? Explico! Em Métrica a autora trabalhou com eficiência os sentimentos dos personagens e conseguiu transportar o leitor para a mente de cada um deles, mas em Pausa algo a mais acontece e você se sente tão conectado com os personagens a ponto de se preocupar verdadeiramente com suas ações/consequências. É incrível!

Os personagens continuam os mesmos, mas a autora decidiu acrescentar dois novos personagens a estória: Kiersten e Shreey. Uma garota de 11 anos totalmente inteligente e irreverente e a outra a mãe dessa garota, uma mulher sabia e independente. Nenhuma delas está na estória atoa, cada uma tem um papel fundamental no desenvolvimento do livro. Ao decorrer da estória o leitor pode observar o amadurecimento dos personagens e enxergar com mais afinco a maneira como Lake e Will se comportar em meio às situações inusitadas.

" Se eu fosse um carpinteiro, eu construiria para você uma janela para minha alma.
 Mas eu deixaria a janela fechada e trancada, assim, toda vez que você tentasse olhar por ela... tudo que veria seria seu próprio reflexo.
 Você veria que minha alma é um reflexo de você..."

Li várias resenhas de Pausa, a maioria elogiava muito o livro, mas todas (sem exceção) ressaltaram algo que me deixou com uma pulga atrás da orelha. Métrica precisava de continuação? Não! Pausa é um livro muito bom, escrito de uma maneira singela e poética, mas é apenas mais do mesmo em comparação com o seu sucessor, não houve nada de espantoso a ponto de fazer com que o livro tivesse sentido de existência. Por isso me decepcionei com Pausa, nada é espetacular e sim uma nova visão sobre os mesmos fatores, já que o livro é narrado por Will.

"Meu avô coloca as malas perto da porta e vem comigo até a cozinha.
- Will, você já ouviu falar desse tal de Twitter
 Minha avó olha para mim e balança a cabeça.
- Ele comprou um desses marte fones. E agora  está tentando twiterar o presidente.
- Smartphone - corrijo. - E é twittar, não twiterar.
- Ele está me seguindo - diz meu avô defensivamente. - Não estou brincando, ele me segue mesmo! Recebi uma mensagem ontem que dizia: "O presidente agora está seguindo você".
- Que legal, vovô. Mas não, eu não uso o Twitter.
- Depois sou chamado de velho."

Todo livro possui um artefato que faz com que o leitor se encante por ele. Certo? Colleen decidiu colocar em seu livro mensagens da mãe de Lake que ela deixou para eles refletirem e usarem na vida. Cada mensagem é vista no momento certo e o leitor fica encantado com tudo aquilo. Adorei a ideia

A edição está ótima. A capa segue o padrão de Métrica e a borboleta de metal inserida na mesma é uma metáfora para tudo o que está acontecendo na vida de Lake e Will. A diagramação está impecável como sempre. Erros de ortografia não foram encontrados... Enfim, nada a reclamar!

"Agora que tenho você de novo, nunca mais vou deixá-la sair da minha vida. É uma promessa. Não vou deixá-la embora de novo."

Em meio a defeitos e qualidades, Pausa não chega ao patamar de cinco estrelas, mas toca o coração do leitor e o fãs ansiar ainda mais pelo casamento de Lake e Will.

As cinco melhores capas da minha estante!

16 de março de 2014

Olá leitores, tudo bem? Estava planejando a nova planilha de postagens para o blog e me peguei admirando os meus bebês (livros), logo pensei: está na hora de escolher as melhores capas. Vamos lá?

Resenha dos livros citados: Belle e Terra de Histórias.


Lembro até hoje que comprei esse livro somente por achar a capa espetacular, mas ainda bem que gostei razoavelmente da obra e não me arrependi. O enredo como podem ver, gira em torno de duas crianças que adentram os contos de fadas. Bem "Once Upon a Time", né? Recomendo para você que deseja se divertir e esquecer um pouco aquele livro cansativo e tenso.







Acabei de terminar este livro, apesar de não ser uma maravilha agrada bastante e a autora te hipnotiza com sua narrativa desde a primeira página. Tenho que dar meus parabéns a Intrínseca. A capa deste livro está deslumbrante e a edição está melhor ainda, com diagramação e ilustrações perfeitas. Resenha em breve!






Starters foi uma distopia que me surpreendeu, o primeiro livro me agradou muito e me fez ansiar pelo primeiro. Agora que depois de quase um ano Enders foi lançado, confesso que me decepcionei, mas não com a capa, é claro, mas sim com o livro. A capa de Starters é metálica e ao sol ela brilha tanto que causa dor nos olhos. Incrível!






Não é segredo para ninguém que Belle é um dos meus livros preferidos, mas vocês sabiam que é uma das minhas capas prediletas também? O título do livro é em alto relevo e as leves imagens de ramos que rodeiam toda a capa também estão em contraste. E aí, acredita agora?



Comprei Em Busca de Wondla recentemente e me apaixonei pela edição. A capa traz uma coloração diferente e os personagens inseridos nela são extremamente curiosos e bonitos. Adorei! A edição está cheia de desenhos, que, diga-se de passagem, foram feitos pelo próprio autor.



Vivendo e Atualizando #10

12 de março de 2014

Olá leitores, tudo bem? Hoje trarei algumas novidades para vocês. Algumas recentes e outras não tão recentes assim. Vamos conferir!
Katy Perry lança o clipe de "Dark Horse". Um Caso Perdido, livro da autora de "Métrica" chegará ao Brasil. Micos, Diversão e Emoção no Oscar 2014.


Livros:

1 - "Um Caso Perdido" livro de Colleen Hoover, autora de "Métrica" e "Pausa", chega ao Brasil no primeiro semestre desse ano.


Depois do imenso sucesso de "Métrica" a Galera Record decidiu trazer para o Brasil o novo livro da autora Colleen Hoover. O livro será um Mix de Suspense e Romance. Será que "cola"? Sinopse aqui!










2 - "Convergente" o terceiro e último livro da trilogia "Divergente" da autora Veronica Roth decepciona grande parte do público.


Depois de tanto esperar, finalmente os fãs de "Divergente" foram agraciados com o lançamento de "Convergente" aqui no Brasil. O problema é que... O público em geral não aprovou o encerramento da trilogia! Será que Verônica errou a mão? Em breve tem resenha de Convergente aqui no blog. Você já leu? Gostou?








Música:

1 - Katy Perry lançou o clipe de "Dark Horse", música que ficou 4 semanas no topo da "Billboard Hot 100".


A cerca de 25 dias Katy Perry lançou o clipe de sua música "Dark Horse". O clipe não agradou gregos e troianos. Eu particularmente, gostei. Confira aqui!







2 - Beyonce lança o clipe de "Partition".


Beyonce lançou recentemente o clipe de "Partition". O clipe é bastante sedutor e mostra o lado mais Sexy da cantora. Confira aqui!







Cinema:

1 - Noite do "Oscar 2014" chama atenção!


A premiação mais famosa do mundo esteve repleta de aparições inusitadas e engraçadas. O "selfie", ou seja, a foto de alguns artistas em frente ao celular deu o que falar. A moda vai pegar ainda mais? A foto de Brad Pitt comendo Pizza chamou ainda mais atenção,  afinal, famosos também são seres humanos.

Confira a lista dos vencedores. Aqui!



Resenha: Enders - Lissa Price

10 de março de 2014

Olá leitores, tudo bem? Finalmente li Enders, o segundo livro da série Starters e hoje trago minha opinião sobre a obra. Vamos lá!

PS: Está resenha contém spoilers de Starters!

Título: Enders
Páginas: 288
Autor(a): Lissa Price
Editora: Novo Conceito
Gênero: Distopia
Ano de Publicação:2014

Avaliação:

Capa: 5/5
Diagramação: 5/5
Obra Completa: 3/5



Após presenciar o fim da Prime Destinations, Callie foi surpreendida com a voz de Velho novamente em sua cabeça. Depois desse ocorrido, ela começou a se perguntar se algum dia teria paz em seu vida e poderia conviver normalmente na sociedade, mas após uma ida no shopping, tudo desmorona e ela descobre que as coisas estão apenas começando.

Opinião:

Perceberam que o resumo foi pequeno? Pois é, não sei como, mas tentarei escrever essa resenha sem spoilers. Enders foi um dos livros mais esperados desse ano e com a sua chegada às livrarias, eu comecei a ficar maluco. Assim que comprei o livro não perdi tempo e fui logo tratando de ler, mas infelizmente me decepcionei!

Acreditem ou não a editora demorou cerca de um ano para lançar Enders no Brasil, o que levou muitos leitores a desanimarem da série (como eu), mas o maior problema é que ao retomar a leitura me peguei perdido no enredo e ficava me perguntando a todo o momento: Quem é esse mesmo? O maior erro da autora foi não ter inserido o leitor mais antigo a estória, e o pior, é que esse é apenas um dos erros.

"Eu já ouvira falar de pessoas que se esqueciam de bebês ou cachorros dentro do carro por acidente, antes da guerra, mas se esquecer do próprio corpo... essa era a primeira vez." Pag 92.

Estava orando encarecidamente para que a autora esquecesse o romance do primeiro livro e focasse apenas em Callie, mas a autora não fez isso. Um novo romance nasce em Enders. Não é algo ruim, mas é totalmente desnecessário ao meu ponto de vista. Outra coisa que me incomodou muito foi à superficialidade dos personagens. Tyler e Michael não obtiveram destaque na estória e ao mesmo tempo em que Callie lamentava a falta deles, estava glorificando o fato de eles não estarem sofrendo com ela. What?

A narrativa - assim como em Starters - está em primeira pessoa e a autora conduz a obra magistralmente, fazendo com que o leitor nem perceba que já se foram: dez, vinte, trinta páginas, mas os defeitos do livro chamam mais atenção do que as qualidades. Em Starters, Callie não tinha me irritado tanto, mas em Enders, ela pode pegar o seu Oscar de: Personagen chata do ano. Ao mesmo tempo em que está insegura diz que se sente segura, logo depois começa a reclamar da situação em que se encontra, mas não faz nada para tentar mudar aquilo... Pelo amor de Deus, não tenho paciência!

" - Por que vocês estão fazendo isso comigo? O que estão tentando encontrar? - Eles não respondiam a nenhuma pergunta que eu fazia. Para eles, eu era apenas um rato de laboratório."

Agora vamos falar da edição. Como sempre a editora Novo Conceito arrasou! A capa está maravilhosa e a diagramação do livro está impecável, as folhas são amareladas e as orelhas são de duas cores: Azul e Branco. Uma edição realmente caprichada.

O que foi aquele final? Tive a impressão de que Lissa Price queria terminar o livro em algumas horas. O vilão foi desmascarado rapidamente e o modo como tudo terminou foi totalmente decepcionante, o que salvou foi o último parágrafo do livro. Realmente foi muito bonito e me fez imaginar isto em um possível filme que a série irá ganhar. Se eu recomendo? Starters é um livro muito bom, já Enders decepciona... Leia por sua conta!

"Seremos muito mais bonitas se estivermos felizes por dentro. Se usarmos nosso cérebro e talento em vez de levarmos a sério  o que as pessoas definem como "bonito"."

Pipoca de Sexta #31 - Histórias Cruzadas

7 de março de 2014

Olá leitores, tudo bem? Hoje trago minha opinião sobre um filme extremamente tocante e bonito. Vamos conferir!

PS: Confira a ficha completa do filme. Aqui!

Título: Histórias Cruzadas
Elenco: Emma Stone, Jessica Chastain, Viola Davis...
Distribuidora: Disney/Buena Vista
Gênero: Drama
Ano de Lançamento: 2011
Nacionalidade: EUA
Classificação: Livre
Direção: Tate Taylor

Avaliação:

Personagens: 5/5
Trilha Sonora: 4,5/5
Obra Completa: 4/5



Sinopse: Jackson, pequena cidade no estado do Mississipi, anos 60. Skeeter  é uma garota da sociedade que retorna determinada a se tornar escritora. Ela começa a entrevistar as mulheres negras da cidade, que deixaram suas vidas para trabalhar na criação dos filhos da elite branca, da qual a própria Skeeter faz parte. Aibileen Clark, a emprega da melhor amiga de Skeeter, é a primeira a conceder uma entrevista, o que desagrada a sociedade como um todo. Apesar das críticas, Skeeter e Aibileen continuam trabalhando juntas e, aos poucos, conseguem novas adesões.



Skeeter é uma garota simples, que não concorda com as imposições da sociedade branca com relação aos negros. Depois de voltar a sua cidade natal e ganhar um emprego em uma coluna de um famoso jornal, ela resolve escrever sobre a vida das domésticas e retratar todo o sofrimento vivido por elas. O diferencial se dá, pois não é Skeeter que escreverá toda a matéria, ela contará com a ajuda de Aibileen uma veterana na profissão. Após iniciarem o projeto, elas começam a perceber que tudo pode dar realmente certo e decidem convocar mais profissionais para darem seus depoimentos, mas ninguém quer se comprometer em uma época de injustiças e crimes contra os negros. E agora?

Opinião:


Compreender a natureza humana nunca foi fácil. Somos seres inconsequentes, chamados de racionais por egoísmo, pois na maioria das vezes, mostramos o contrário. Histórias Cruzadas remete através de um enredo simples e cru, a frivolidade humana e trata com bom humor um assunto polêmico: O racismo.


Já assisti vários filmes que me emocionaram, alguns deles me fizeram refletir sobre minhas ações e suas consequências, mas nenhum conseguiu me impactar tanto como Histórias Cruzadas.


Skeeter começando a escrever.
Histórias Cruzadas é a adaptação do livro "A Resposta", publicado no Brasil pela Bertrand. O filme contém personagens excelentes, cada um com uma característica marcante. Skeeter é aquele tipo de mulher que devemos aplaudir de pé, mesmo diante das dificuldades ela não abaixou a cabeça e decidiu lutar, junto com todas as mulheres negras, por um mundo mais justo e igual. Aibileen me arrancou lágrimas, ela não é a personagem mais engraçada do filme, mas sem dúvida alguma é o grande destaque.

Aibileen
Fiquei surpreso! Após fazer uma pesquisa, descobri que o filme foi indicado a três Oscars. Melhor Filme. Melhor Atriz. Melhor Atriz Coadjuvante. Isso, sem dúvida nenhuma, é uma alegria para mim, saber que uma obra que me marcou tanto obteve tanto sucesso é extraordinário.

Skeeter, Aibileen e Minny.
O maior objetivo do filme, é com certeza, retratar o preconceito e suas diversas camadas. O telespectador ficará revoltado com as "mulheres de alta sociedade", elas são mulheres brancas, que tem como objetivo na vida: impressionar o marido e pintar as unhas, enquanto suas empregadas ficam cuidando de seus filhos carentes e sofrendo humilhações. Uma das mulheres, a odiada Hilly, sugere que um banheiro só para as empregadas seja construído em todas as moradias e, é claro, isso acontece... Pois é, daí só piora.

Hilly. Ódio!
O que dizer sobre os figurinos? Como Histórias Cruzadas se passa em uma época em que vestidos eram a tendência, transformar as personagens em verdadeiras obras de arte, com certeza, foi fácil. Nunca fui de reparar em roupas, mas aqui você percebe que o figurino faz a diferença e conta pontos na hora de entreter.

Célia e Minny (comédia).
Depois de tanto elogiar você quer saber, há defeitos? É claro! Apesar de ser um filme tocante, o problema aqui é a previsibilidade e o esteriótipo - Como assim? Você sabe o que vai acontecer antes mesmo das personagens abrirem a boca, mas não é algo escandaloso, é apenas um estilo controverso de final de contos de fada.

Começou o racismo...
Enfim... Histórias Cruzadas já é um dos meus filmes favoritos, veio para fazer o telespectador refletir, se emocionar e enxergar as metáforas da vida. Recomenda-se!

Assista ao trailer:

Leituras de Fevereiro

4 de março de 2014

Olá leitores, tudo bem? Nesse clima de Carnaval, venho contar para vocês o que eu li em Fevereiro e comentar um pouco sobre essas obras. Vamos lá!

PS: Confira aqui as resenhas dos livros citados: Anjos à Mesa



Leituras de Fevereiro:

1 - Anjos à Mesa


Anjos à Mesa foi um livro que me agradou muito e me fez soltar altas gargalhadas aqui no sofá de casa, apesar de não ser uma obra que te faz refletir, ela agrada. Recomendo!










2 - Enders


Eu estava extremamente ansioso e com expectativas altas a respeito de Enders, mas infelizmente o livro me decepcionou. O final foi morno e em minha opinião o livro que possui cerca de 280 páginas, deveria ter o dobro para ter um final digno... Resenha em breve!








Foram esses os livros que eu li em Fevereiro, como era época de prova eu só pude ler esses dois, mas esse mês será mais tranquilo para mim e tentarei ler cerca de seis livros. Quantos livros vocês leram em Fevereiro?















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